A maior parte dos projetos chega com uma frase: “quero um sérum”, “quero uma linha para cabelo cacheado”. Essa frase não é pouco — é o material bruto. O briefing transforma ela em decisões que a formulação pode executar.
As perguntas são sempre as mesmas: para quem é o produto, em que categoria ele compete, que referência sensorial ele persegue e qual é a restrição de custo. Sem essas quatro respostas, qualquer fórmula é um tiro no escuro caro.
Se alguma delas ainda não tem resposta, esse é o trabalho da consultoria de marca, e ela vem antes.
O que decide o produto muda com a categoria. Cada página explica o que pesa mais em cada uma.
Depois da aprovação vêm a preparação regulatória e a produção. Elas não são etapas separadas do desenvolvimento: decisões de fórmula afetam o que pode ser declarado no rótulo, e decisões de rótulo afetam o que a fórmula precisa entregar.
Por isso o desenvolvimento, a regularização e a produção ficam na mesma casa. Qual delas o seu projeto precisa é o que avaliamos no briefing.
A Payot desenvolve e produz com a ASAM. É o tipo de exigência técnica que o laboratório de Jarinu atende como rotina, e não como exceção.
Ver todos os cases →
Conte a categoria e o estágio do projeto. A resposta vem com viabilidade e próximos passos.