Quando a regularização é tratada no fim, ela vira retrabalho. A fórmula já está aprovada, o rótulo já foi impresso, e aí se descobre que uma das duas coisas precisa mudar. O custo dessa descoberta tardia é sempre maior do que o de tê-la considerado antes.
Considerar a etapa desde o briefing não significa que todo produto exige o mesmo caminho. A necessidade muda conforme a categoria e conforme o que o produto promete. A ASAM avalia isso produto a produto, antes de definir escopo.
É esse alinhamento que a preparação regulatória persegue. Cada peça isolada pode estar correta e o conjunto ainda assim não fechar.
O escopo é definido para cada projeto, conforme o que o produto exige e o que a marca já tem organizado.
Levantamento do que o produto e o processo exigem, e organização desse material antes de qualquer submissão.
Conferência entre o que o rótulo declara e o que a fórmula entrega, para evitar promessa que o produto não sustenta.
Verificação da adequação do produto e do processo às normas aplicáveis, antes da produção em escala.
Alinhamento entre o que foi declarado e o que a planta efetivamente faz, já que desenvolvimento e produção ficam no mesmo endereço.
Essa parte não dá para terceirizar: depende de informações que só a marca tem.
Conte o que já existe — fórmula, rótulo, documentação — e avaliamos o que falta para produzir.