Fórmula, apresentação e escala ajustados ao projeto — em uma planta onde o desenvolvimento e a produção estão no mesmo endereço.
Personalizar não é trocar o rótulo de um produto de catálogo. É decidir, junto com a marca, quanto da fórmula, da apresentação e da escala faz sentido ajustar para o produto competir na categoria escolhida.
O grau de personalização é uma decisão econômica, não só técnica. Quanto mais específico o produto, maior o investimento em desenvolvimento — e é por isso que essa conversa acontece antes, com a categoria e o público já definidos.
Categoria, fórmula pretendida, apresentação e volume. É o material com que a viabilidade é avaliada.
Adequação da fórmula e da apresentação, com amostra para a marca aprovar antes de qualquer lote.
Definição de como o produto será manipulado e envasado para reproduzir a amostra aprovada.
Fabricação com o volume acordado, controle de processo e lote liberado com documentação em ordem.
Se algum desses pontos não fecha, dizemos antes, não depois de o projeto começar.
Laboratório e fábrica no mesmo endereço, em Jarinu. Quem ajustou a fórmula acompanha a passagem para a escala, e é isso que encurta a distância entre a amostra aprovada e o lote.
A Payot mantém uma operação consolidada na planta de Jarinu. É a referência mais direta do padrão de produção que a ASAM sustenta lote após lote.
Ver todos os cases →Categoria, fórmula pretendida, apresentação e volume. Com isso já conseguimos responder com clareza.